No Cumbe pode ter sambaquis

Escrito por Quinta, 18 Maio 2006 10:21

SAMBAQUI é um depósito muito antigo formado de conchas, esqueletos de seres pré-históricos, utensílios de ossos e pedra, pedaços de cerâmica, pontas de flechas, machados de pedra, potes de barro, que aparecem em regiões onde os indígenas se agrupavam para comer moluscos. A palavra sambaqui deriva do tupi "tamba" que significa marisco e "ki" amontoamento.

OS MONUMENTOS DO ESTADO DO CEARÁ

Escrito por Domingo, 14 Maio 2006 10:19

Em defesa da pesquisa social da memória, o Museu do Ceará lança hoje, às 18 horas, o livro “Os Monumentos do Estado do Ceará”, escrito em 1932, por Eusébio de Sousa. A publicação, em edição fac-similar, presta homenagem ao homem que fundou o Museu do Ceará e que, durante a década de 20, sempre manteve como uma de suas principais preocupações a divulgação e lembrança das efemérides.

Aracati, patrimônio de todos

Escrito por Terça, 25 Abril 2006 10:17

Aracati é uma cidade-museu. Sua história está presente no legado arquitetônico que evidencia sua grande importância cultural para o Ceará.

Avenida Dr. Leite

Escrito por Domingo, 01 Julho 2012 10:16

No tempo do Império, quando a Vila do Aracati ainda era a mais importante no aspecto comercial e social da Província do Ceará, a então chamada Junta da Fazenda determinou a construção de um prédio para servir de Alfândega e Recebedoria dos Impostos Provinciais, tendo as obras iniciadas em 27 de julho de 1801 e concluídas em 14 de agosto de 1802.

PONTE PRESIDENTE JUSCELINO KUBITSCHEK

Escrito por Sexta, 15 Março 2002 10:12

“... Doutor Beni traga uma ponte para Aracati!”

 

A figura agigantada do Sr. Gustavo Pereira do Nascimento– Seu Gustavo- , aumentava ainda mais espelhada nas águas mansas do rio Jaguaribe, naquela manhã  do ano de 1946, postado ao lado do Doutor Beni Carvalho, aracatiense, deputado federal pela UDN, que calmamente esperava o PONTÃO no porto José Alves.

A prática de enterrar os mortos em recintos religiosos constitui-se num ritual peculiar, cheio de significações para a sociedade colonial. Em Aracati, os vestígios desse ritual encontram-se nas paredes das igrejas Matriz e Senhor do Bonfim. Nas lápides estão escritos os nomes das pessoas que ali foram enterradas, membros de uma sociedade católica, branca e elitista da sociedade colonial. Os familiares dos falecidos acreditavam que o local de sepultamento e os rituais (missas, novenas...), que o exteriorizavam, decretavam o destino da alma do falecido. Portanto, não havia lugar melhor para enterrar os entes queridos do que as igrejas. Acreditava-se ainda que, pelo fato de receber os mortos, as capelas e as igrejas, tornavam-se o lugar de diálogo dos vivos com os mortos.

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