Água Cristalina

Histórias de Assombração de Aracati, do escritor aracatiense Antero Pereira Filho, chega à segunda edição em outubro de 2016. A obra reúne uma seleta de contos oriundos do imaginário popular da cidade de Aracati. O escritor, neste projeto, se propõe a mesclar lendas da cidade de Aracati ao mesmo tempo em que alia a historicidade da Terra dos Bons Ventos em descrições pormenorizadas do casario colonial, da sociedade, da economia bem como uma série de fatores relacionados à própria história do Brasil a exemplo da escravidão e dos ciclos econômicos.

Artes públicas em Aracati

Escrito por Sábado, 10 Setembro 2016 20:11
Publicado em Memória

Quando se pensa em arte, logo, se tem a noção do belo e a configuração de espaços “adequados” à sua exibição, entre os quais figuram os museus, galerias, ateliês e acervos particulares. Estes espaços, importantes para a fruição e alfabetização visual, são considerados, de modo consensual, a ambientes privilegiados para a exposição de obras de arte. Ainda hoje, muitos artistas “validam” o currículo em mostras coletivas e individuais realizadas em museus e galerias que chancelam o sujeito como artista, atribuindo aval perante a sociedade e a crítica especializada.

José Pereira da Graça: Barão de Aracati

Escrito por Segunda, 05 Setembro 2016 23:19
Publicado em Biografia

José Pereira da Graça, que mais tarde, pelo acervo imenso dos trabalhos valiosos que prestou à pátria, pela sua dedicação à causa do Direito, seria agraciado com o título honorífico de Barão do Aracati, nasceu a 14 de Março de 1812.

Aracati: Nicho do Bom Jesus dos Navegantes

Escrito por Segunda, 05 Setembro 2016 12:21

Esta capela, dedicada ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes, é popularmente conhecida por Nicho. Segundo Monsenhor Bruno Figueiredo foi o primeiro templo de Aracati, em ordem de construção.

Aracati: Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres

Escrito por Domingo, 04 Setembro 2016 22:37
Publicado em Memória

É desconhecida a data de sua edificação, sendo, porém possível especular como tendo sido construída ainda no século XVIII dados seus aspectos estilísticos de inspiração Barroca, como seu frontão composto por sinuosas volutas.

[...]

No início dos anos de 1880, Emília Freitas já possuía trânsito na sociedade cearense, sendo conhecida principalmente por sua atuação em prol da abolição da escravatura. Ela integrava o contingente reduzido, porém atuante, de mulheres que, naquela época, em diferentes regiões, além de usarem de suas penas para condenar o sistema escravista, colaboravam com jornais ou criavam uma imprensa de orientação explicitamente abolicionista como foi o caso de Ave Libertas, em Pernambuco[1].

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