ADOLFO CAMINHA | O escritor e o homem

Publicado em Biografia
Terça, 01 Agosto 2017 21:06

Filho de Raimundo Ferreira dos Santos Caminha e de Maria Firmina Caminha, nasceu Adolfo Caminha em Aracati, Estado do Ceará, no dia 29 de maio de 1867.

 

Aos dez anos de idade, perdeu sua mãe, vítima da grande seca de 1877. Transferido então para Fortaleza, estudou as primeiras letras em casa de parentes. Mais tarde,

Adolfo Caminha: um autor tenso e intencionado

Publicado em Memória
Terça, 18 Julho 2017 20:22

As histórias da literatura brasileira categorizaram Adolfo Caminha como um autor contraditório, frágil e menor, talvez marginal se pensado em relação aos grandes nomes do período. Preferimos chamá-lo de um autor tenso. Tenso em relação às transformações que marcaram aquele “início” do século XIX, pois, ao mesmo tempo em que ele as louvava e pedia por elas, ele também as via com desconfiança, destacadamente no caso da entrada do Brasil no mercado consumidor de bens importados, que a seu ver ameaçava a cultura e os costumes locais, como é possível apreender da leitura de sua coluna intitulada de “Sabbatina”, no jornal O Pão, da Padaria Espiritual.

ADOLFO CAMINHA | Primeiro pacote

Publicado em Biografia
Domingo, 09 Julho 2017 19:11

Este primeiro pacote traz em sua etiqueta o título do primeiro livro de Adolfo Caminha, Voos incertos (Primeiras páginas), de 1887. Portanto, seu livro de estreia e seu único livro de poesias, dedicado à memória de sua mãe, Dona Maria Firmina Caminha, falecida em 27 de novembro de 1878, quando ele tinha apenas onze anos de idade. Da morte de sua mãe à publicação do livro já houvera passado nove anos. Esse livro é, pois, depositário de uma memória: a memória dos anos vividos em companhia da família, dos anos de infância na sua Aracati natal[...]. Na fachada, lemos em placa hoje bastante gasta: “Nesta casa nasceu Adolfo Caminha em 29 de maio de 1867”. A casa hoje está em ruínas.

Histórias de Assombração de Aracati, do escritor aracatiense Antero Pereira Filho, chega à segunda edição em outubro de 2016. A obra reúne uma seleta de contos oriundos do imaginário popular da cidade de Aracati. O escritor, neste projeto, se propõe a mesclar lendas da cidade de Aracati ao mesmo tempo em que alia a historicidade da Terra dos Bons Ventos em descrições pormenorizadas do casario colonial, da sociedade, da economia bem como uma série de fatores relacionados à própria história do Brasil a exemplo da escravidão e dos ciclos econômicos.

R. LEONTINO FILHO | A GEOMETRIA DO FRAGMENTO

Publicado em Arte
Domingo, 17 Janeiro 2016 12:47

Trata-se de um trabalho de fôlego da pena do poeta R. Leontino Filho, professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, mas nascido cearense. Além de mestre da literatura, o autor é poeta e crítico literário, desenvolvendo grande atividade em jornais e revistas, principalmente do Nordeste.

Cravos e Santas

Publicado em Memória
Sábado, 25 Abril 2015 09:49

Mergulhar na leitura de Cravos e Santas é retornar ao Aracati do passado e também ao Aracati de um presente ainda recente, onde nossas igrejas, ruas, costumes e hábitos e religiosidade se entrelaçam numa história de amor, mistério, suspense e política ocorrida na antiga e romântica cidade de Lisboa.

Sobre Aracati, ASSIM ME CONTARAM

Publicado em Memória
Domingo, 05 Abril 2015 12:09

A Praça Dom Luis, reduto dos Loucos da Praça, foi palco (04/04/2015) para o lançamento do livro “Assim me Contaram” do escritor Antero Pereira Filho. O título do livro bem anuncia a que se pretende: uma extensa seleta de textos colhidos nas rodas de conversa sobre economia, sexualidade, gênero, superstições, política, etc. Sobremaneira a política ganhou destaque nesta edição que reúne cento e trinta e duas histórias. Muitos dos personagens principais dos “causos” foram também relatores dos ocorridos engendrados pela bem humorada escrita de Antero Pereira Filho. Duzentas páginas reúnem traços que descrevem o povo aracatiense como uma gente alegre, espirituosa e, acima de tudo, afeita a contar histórias e a acrescentar, sempre que possível, o tempero necessário à sua manutenção.

Holdemar Menezes: Vida Vivida

Publicado em História
Terça, 17 Fevereiro 2015 10:59

Holdemar Menezes, aracatiense, quem seria? Abele Marcos Casarotto em seu artigo "Holdemar Menezes:quase auto, quase bio, uma grafia" revela-nos um pouco sobre a vida e obra do escritor cearense Holdemar Menezes (1921-1996).O relato de Casarotto sobre vida de Holdemar Menezes apresenta-se dividido em quatro sequências: a primeira relaciona os fatos da sua infância e recordações. A segunda o período em que viveu no Rio de Janeiro, a bela época de estudante. A seguinte procura apresentar fatos quando da saída do Rio e a chegada em São Francisco do Sul. A última está relacionada com a produção literária.Selecionamos, do citado estudo, a sequência que trata dos fatos da infância e recordações de Holdemar Menezes. Um convite a perceber o Aracati sob os olhos do autor da "Coleira de Peggy" prêmio Jabuti de Contos de 1973. Boa leitura.

As avós são anjos caídos do céu

Publicado em Arte
Segunda, 27 Janeiro 2014 17:38

As avós são anjos caídos do céu

 

 

Minha avó sentava num banco de madeira localizado em frente à casa, debaixo do alpendre. No banco marcado por centenas de golpes de facão, acumulados ao longo dos anos, por ser ali a melhor altura para abrir coco e servir às visitas. Eu, certamente motivei algumas dezenas desses golpes a fim de beber a água doce que brotava dos coqueiros gigantes plantados por minha avó.

O vento Aracati

Terça, 17 Dezembro 2013 17:00

Um poeta nascido em Aracati e residente atualmente na progressista e bela cidade de Sobral escreveu um livro de poesias a que deu o gostoso título de “O VENTO ARACATI”. Esse poeta, que foi por longos anos funcionário público na “Princesa do Norte” e atendendo pelo nome de Gurgel do Amaral, pelo fato de haver nascido na “cidade dos apelidos”, onde também nasceram os poetas Paula Nei e Beni Carvalho, extravasou o seu amor cantando em estrofes maravilhosas a sua terra e a sua gente. Para quem não conhece a aragem boa e agradabilíssima cujo nome serviu de título à obra do nosso poeta fica sem saber o que seja realmente “o vento aracati”.

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