Estilo Lima

A 11ª Semana de Museus, realizada pelo IBRAM- Instituto Brasileiro de Museus, a ser realizada de 13 a 19 de maio, terá como tema: criatividade e memória como vetores para as transformações sociais.


A assertiva de que os museus são lugares para guardar as marcas do passado ampliou-se para a concepção de espaço propício para a discussão contemporânea sobre a memória. Durante muitos anos a gestão destes espaços reforçou o sentido de museu como templo absoluto da memória a exemplo de ações que privilegiavam os acervos em detrimento das relações entre antigo e moderno. Jacques Le Goff, em seu livro História e Memória, declara que o estudo das tensões existentes entre o binômio antigo/moderno deve ser acompanhado da análise do momento histórico que tende por vezes denegrir ou exaltar, distinguir e afastar o conceito de moderno.

Netinho Ponciano

Escrito por Quarta, 11 Setembro 2013 21:00

Do entusiasmo da juventude à experiência da maturidade, a música é sempre prioridade na vida de Netinho Ponciano

Quem viveu em Aracati na década de 70 acompanhou a efervescência musical existente na cidade naquela época. Desde bem antes, alunos do Colégio Marista embalavam eventos na cidade com a banda da escola. Formado pelas sílabas do nome do Ginásio Marista de Aracati, o conjunto Gimara foi o início da carreira de grandes nomes da música aracatiense, dentre eles, Netinho Ponciano.

 

Em 1966, Netinho Ponciano, passou a integrar o Gimara, na época tocando bateria. Ao lado de nomes como Gustavo Giló e Zé Ananias, Netinho, durante três anos, alegrou e alegrou-se fazendo parte desta banda. O embrião, ali iniciado, daria vida a um dos grupos mais conceituados de Aracati, a banda "Os espaciais". A história do grupo é longa. Netinho esteve nela por 30 aos. Desde seu início em 69 até sua dissolução, em 99, a banda passou por diversas formações diferentes. Em todas elas um nome se repetia: "Netinho Ponciano". Na primeira formação, Netinho assumiu a guitarra solo e tocou ao lado de Zé Cláudio na bateria, Zé Ananias no contrabaixo, Dé na guitarra base, Gustavo Giló como crooner e Antônio Manoel no vocal. Dali em diante haveria muita história pra contar.

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