IGREJA MATRIZ DE ARACATI, CHEIA DE 1922. IGREJA MATRIZ DE ARACATI, CHEIA DE 1922. Acervo Abílio Monteiro.

Haja pau e corra sangue

Escrito por  Quinta, 28 Abril 2016 20:47

Eleição Municipal em Aracati em 1844 

 

Desde o começo da semana, que começava a chegar gente, vindo de todas as partes do município. As caravanas e os comboios chegados de Catinga do Góis[1] se confundiam com os que chegavam de Caiçara[2] num vai e vem pelas ruas empoeiradas da ex-Vila de Santa Cruz do Aracati, agora cidade de Aracati, recém-emancipada festivamente no dia 25 de outubro de 1842.

 

 

As comitivas de eleitores que transitavam pelas ruas e travessas da cidade buscavam suas pousadas nos “currais eleitorais,” verdadeiros acampamentos montados pelos respectivos partidos políticos, aonde iriam se alojar, receber alimentação e orientação, esperando a hora da eleição, que seria realizada no sábado dia 7 de setembro de 1844, na Igreja Matriz, como mandava a legislação eleitoral da época, para eleger os 9 vereadores para Câmara Municipal além do Juiz de Paz[3].

 

O partido Conservador, apelidado de Caranguejo era liderado pela poderosa família Caminha, cujo chefe o Cel. Silvestre Ferreira dos Santos Caminha, mantinha uma longa predominação na política do Aracati. Nessa eleição municipal, no entanto, sofria as consequências da dissidência de alguns antigos correligionários, que foram denominados de Equilibristas, que se aliando aos Carcarás, cognome do Partido Liberal; preparavam através dessa união, causar uma fragorosa derrota ao seu tradicional rival na política aracatiense, o Partido Conservador, levando à vitória o Partido Liberal, chamado também de Chimango, comandado pelo Cel. João Crisóstomo de Oliveira e membros da família Pamplona, que tinha como maioria dos seus eleitores gente da cidade, enquanto os Caminha contavam com os moradores do sertão. 

 

O Jornalista João Brígido se referindo aos acontecimentos daquele dia dizia que:

 

Uma multidão de adeptos das duas parcialidades veio do campo reunir-se a seus correligionários da cidade, de gente ainda soberba, porque Aracati era a terra onde havia muito dinheiro e brasões de nobreza. As ruas ficaram apinhadas, de modo que chegaram a ter medo uns dos outros.

 

O Senador Castro Carreira, aracatiense que daqui saíra em 1838 para estudar Medicina no Rio de Janeiro, ao visitar Aracati em 1845, um ano depois da realização das eleições municipais, num significado e importante relato histórico, para a Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, alegava que o Aracati que ele deixara ao partir, possuía na sua principal rua, mais de 58 sobrados sendo alguns de 2 andares, um comércio importantíssimo com as praças de Pernambuco e Europa. Ao voltar em 1845, descrevia que a cidade se:

não tinha aumentado nas suas edificações, conservava regularmente o seu movimento comercial, não obstante terem desaparecido algumas das casas mais importantes ou por morte ou por liquidação, porém havia-se criado outras, como a de Teófilo Ribeiro & Irmão, que servia como comércio direto para a Europa, Antunes & Irmão (Firma do Barão de Messejana) e outros.

 

Voltemos, no entanto à narrativa.

 

Eleição na Matriz

 

Quando os sinos da Matriz começaram a badalar no começo da manhã do sábado, dia 7 de setembro de 1844, chamando os fiéis para a celebração da missa, era também uma convocação para o comparecimento ao local de votação.

 

Saindo depois da 2ª chamada do sino da Matriz do seu sítio no São José, acompanhado de um séquito de correligionários, todos com as cédulas de votação marcadas com os nomes dos vereadores do partido Caranguejo, Reinaldo da Costa Lima ao chegar ao largo da Matriz encontrou o local tomado por uma multidão.

 

A eleição acontecia na igreja matriz da paróquia como determinava a lei. No dia marcado o padre celebrava a missa e, depois da cerimônia religiosa, a mesa responsável pelo trabalho eleitoral era instalada e começava a votação.

 

A mesa era composta pelo presidente, geralmente o pároco da cidade, dois secretários e dois escrutinadores, que tinham a competência de reconhecer a identidade dos votantes, receber as cédulas, numerá-las e apurá-las, manter a ordem da votação, requisitar a autoridade competente para fazer observar a lei. À medida que cada votante entregava sua cédula, um dos secretários a numerava, rubricava e recolhia na urna. O voto não era secreto. A lei permitia também o voto dos analfabetos. Terminada a eleição, a própria mesa, a vista de todos, procedia à apuração.

 

Antes do início da votação, o movimento era intenso em todo o largo da matriz, com o ajuntamento dos eleitores de ambas as facções políticas em disputa. A cada momento, um pequeno distúrbio se manifestava no meio da aglomeração. Os chefes políticos, juntamente com o delegado de polícia, sentindo que poderiam perder as rédeas da turba, resolveram então se reunir e tentar entrar num acordo para evitar que um turbilhão de violência e agressões acontecesse espalhando-se por toda a cidade sem nenhum controle das autoridades.

 

Combinaram então que fosse feita a contagem dos votantes ainda antes de votarem. Quem tivesse mais gente sairia vencedor e quem tivesse menos eleitores se desse por vencido e estava assim tudo terminado, sem necessidade de votação.

 

Os Caranguejos, tendo à frente o Cel. Silvestre Ferreira Caminha, reuniram todo seu pessoal em fila. O mesmo aconteceu com os Chimangos que a ordem do Cel. João Crisóstomo de Oliveira se postaram em fila para que pudessem ser contados para finalizar de uma vez por todas aquela pendenga, que se arrastava sem solução ao lado da Praça da Matriz, ao sol que começava a ficar forte, trazendo fadiga e calor para o povaréu.

 

Ânimos acirrados

 

Acontece, o que sempre ocorre nessas ocasiões, mesmo na presença do delegado de polícia e do juiz municipal, o trato geralmente era burlado por um dos dois lados ou por ambos os lados, como de fato aconteceu nesse caso. Aqueles que estavam no começo da fila, depois de serem contados, entravam novamente no final da fila para novamente serem contados como sendo mais um eleitor.

 

Rompido o acordo diante da balbúrdia que se estabeleceu, os chefes políticos para evitar que o tumulto se degenerasse, resolveram então se dirigir a mesa eleitoral dentro da igreja Matriz, para informar que iria se proceder à eleição.

 

Quando a mesa começou a chamar os primeiros votantes, estabelecendo o critério de chamar os eleitores das localidades mais distantes da sede da cidade, estourou uma algazarra na divisão onde estavam os votantes que ainda seriam chamados a votar. O cidadão Reinaldo da Costa Lima em plena nave central da Matriz irrompia da multidão com uma cadeira em punho esbravejando “Haja pau e corra sangue”.

 

Mais uma vez o jornalista João Brígido descreve com a maestria de sempre, o que ocorreu em seguida ao destempero do exaltado correligionário dos Caminha:

 

Não houve mãos a medir, trovejou cacete, avançou o destacamento da Cidade, trocaram-se muitos tiros, morreram diversas pessoas, ficaram feridos e contundidos os mais felizes. O partido Caminha debandou, fugindo para seu bairro, o Pelourinho[4].

 

Os grupos adversários se engalfinharam numa luta em que não faltaram armas de fogo, trabucos, facas e facões, estacas de cerca e outros tipos de arma de que dispunham e que lhes chegavam às mãos.

 

A batalha saiu de dentro da igreja Matriz se espalhando e tomando toda a cidade com cenas de selvageria e extrema violência.

 

Aracati em polvorosa

 

Nesse mesmo dia, por volta das 9 horas da noite, a cidade ainda vivendo em polvorosa, o Juiz Municipal de Órfãos, Joaquim Emílio Ayres envia um relatório completo dos fatos ocorridos ao Presidente da Província Brigadeiro José Maria da Silva Bittencourt:

 

Tenho o desprazer de participar a V. Excia. o acontecido hoje nessa cidade, por causa da eleição da Câmara e Juízes de Paz. Silvestre Ferreira dos Santos Caminha e seus irmãos querendo nomeada teve o descoco de mandar ao Município de São Bernardo convocar gente armada para vir assistir a estas eleições e de fato ao amanhecer de hoje chegou nesta cidade um grupo de mais de sessenta homens da Ribeira do Banabuiu, município de São Bernardo, armados, e até um corneta, capitaneado esse grupo por um português de nome Bento, genro de um tal Girão, e por Simão Pereira de Azevedo, e igualmente o célebre Joaquim Pereira e encorajados os Caminhas ainda mais que tudo pela audácia do Bacharel Francisco Carlos Brandão, não se querendo sujeitar a uma grande maioria prorromperam em violência e desta partiu um rompimento geral de fogo vivo, que duraria duas horas, pouco mais ou menos, em que algumas vítimas pereceram, e segundo me informaram andarão por oito(8) os mortos além dos feridos; o que com exatidão não posso afirmar a V. Excia. por não ter explorado o campo do combate.

 

Os Caminhas e seus sequazes desapareceram e esta cidade fica em agitação por muitos se persuadirem que os facciosos voltarão coadjuvados por João Batista dos Santos Caminha.

 

Exmo. Sr.; mais seria a carnagem nesta cidade se não tivéssemos a fortuna de termos um comandante valente e corajoso, como o alferes José de Souza Lima, que com sua prudência já evitou esta catástrofe no dia primeiro do corrente, fazendo retirar a grande maioria do lado do Governo, para que não aparecesse um igual cena: mas hoje, Exmo. Sr. que a eleição é destas de queremos, e não queremos, não foi possível o alferes Lima aplacar os ânimos que irritados pelas provocações dos grupos que Silvestre Caminha fez conduzir de outros municípios, que deu motivo a esta triste cena que deve magoar o coração de V. Excia. avista do exposto dará V. Excia. as providências que achar capazes para desanimar os perturbadores da ordem. Deus guarde a V. Excia. Cidade do Aracati, 7 de setembro de 1844 as nove horas da noite. Ilmo. E Excia. Sr. Brigadeiro Jose Maria da Silva Bittencourt, Presidente desta Província.

 

Joaquim Emílio Ayres - Juiz Municipal de órfãos –

 

Claro que este relatório enviado pelo juiz de órfãos de Aracati naquela época, o conhecido Joaquim Emílio Ayres, personagem de passagem atribulada na história de nossa terra, era tendenciosa e frontalmente contra a família Caminha, de quem num passado recente Emílio Ayres havia sido aliado.

 

Ao se referir a João Batista dos Santos Caminha, Emílio Ayres intencionava amedrontar as autoridades da Província com a finalidade de que fossem adotadas medidas em represálias à família Caminha, por parte das autoridades policiais. Isto porque o afamado João Batista Caminha que vivia e morava em São Bernardo (Russas), era um elemento conhecido por sua valentia e ferocidade tendo se envolvido em vários conflitos que resultaram em mortos e feridos. A possível vinda de João Batista ao Aracati à frente do seu bando de seguidores causava uma séria apreensão nas autoridades, pois imaginavam as consequências do que poderia advir de um enfrentamento entre as partes em litígio.

 

Camarilha do Pelourinho

 

Felizmente os Caminha não trouxeram seu parente para o entestamento contra a, “tropa rival”, formada por Equilibristas e Chimangos, preferiram se recolher ao seu reduto na rua  do Pelourinho, sob a guarda e a proteção da gente da cidade a quem os seus adversários chamavam de “Camarilha do Pelourinho”, numa referência ao recinto onde estavam localizadas as residências dos membros da família Caminha, inclusive a igreja que frequentavam e conduziam como benfeitores, a Capela do Senhor do Bonfim.

 

Esta versão dos fatos ocorridos em Aracati na eleição do dia 7 de setembro de 1844, escrita e enviada por Emílio Ayres ao Presidente da Província, com o objetivo e a finalidade única de culpar a família Caminha pelos acontecimentos daquele dia, teve naturalmente seu desmentido e outra versão, como era de se esperar numa contenda política daquela natureza.

 

Os episódios relatados pelos aliados da família Caminha, repudiando o que chamavam de mentiras do Emílio Ayres, descrevia à sua maneira o sucedido naquela circunstância:

 

Na ocasião da eleição a 7 de setembro, foi espingardeado o povo Conservador na Matriz pelo destacamento ao mando do alferes Lima e pelos sicários – Liberais – que, se achavam postados por detrás dos quintais, e que corriam acossados pelas balas dos soldados, dando tal canibalismo em resultado algumas mortes.

 

Depois de terem enxotado assim como balas o povo, voltaram os sicários pelo meio da rua, e chegando a casa do Dr. Francisco Carlos Brandão a arrombaram e saquearam, dando um deles nessa ocasião um tiro em uma senhora que se achava na janela da casa do Sr. Silvestre, por julgarem-na sua filha, empregando-se a bala em uma das mãos, cujos dedos foram decepados!

 

Ao anoitecer postaram-se uns em diferentes casas dos Conservadores fugitivos com machados para arrombá-las, outros invadiram o cercado do Sr. Silvestre, e dele tiraram os cavalos, que lhe pertenciam e aos votantes em grande número, indo vendê-los no Ceará[5] e Pernambuco: outros entrando tumultuariamente na casa da viúva Colares rodearam-na pondo-lhe facas aos peitos para ela descobrir onde estava o dinheiro.

 

Nesse entrementes, quando esta cidade ia sem dúvida ser o teatro dos maiores e inauditos horrores, foi que apareceram como anjos salvadores os Capitães Torres e Moreira, vindos da capital, os quais com toda energia e coragem ainda puderam salvar o Aracati.

 

O historiador Dr. Pedro Theberge, ao se referir a estas ocorrências sucedidas no Aracati, no Tomo III do Esboço Histórico Sobre a Província do Ceará, de sua autoria, assim se expressa em relação aos acontecimentos:

 

... No Aracati houve grandes distúrbios; os Equilibristas ligaram-se aos Chimangos e derrotaram os Caminhas que estavam à frente dos Saquaremas. Depois de rixas na Matriz e de não pequena efusão de sangue, sem que todavia desse conflito resultasse morte alguma. Porém para apartar os contendentes foi mister que o comandante da força mandasse dar descargas ao ar; com que logrou-se o fim desejado, por quanto, ao estampido dos tiros todos desampararam a Matriz e procuraram pôr-se a salvo. No entretanto cada partido fez sua eleição: os Equilibristas na Matriz e os Saquaremas na Capela dos Prazeres.

 

A verdadeira história

 

Com quem finalmente estará a verdadeira história do “Haja Pau e Corra Sangue”?

 

Fato é que, Luiz Cândido Ferreira Chaves, em seu histórico relato sobre a Igreja Matriz, cita que no ano de 1844:

 

Por causa dos conflitos que se deram na eleição do governo onde se dando derramamento de sangue entre o povo, ficara a Matriz interditada, passando ainda nesse mesmo ano foi o Vigário colado Joaquim de Paula Galvão expelido da sacristia da Irmandade mesmo referido padre a funcionar na igreja dos Prazeres, provindo-lhe desse grande desgosto a morte.

 

Benedito Augusto dos Santos em sua Memória da Matriz do Aracati, também se refere a esse lamentável episódio que causou não somente a interdição da Matriz para as cerimônias religiosas, mas o terrível desgosto ao vigário provocando sua morte em decorrência desse acontecido. Vejamos então o que diz o Benedito Santos:

 

Na eleição de eleitores procedida em 1844, a que concorreu o partido Equilibrista composto por liberais e conservadores dissidentes, houve tumulto e conflito na Matriz onde correu sangue; e pelo que ficando o templo interdito, o vigário Joaquim de Paula Galvão passou a administrar os atos paroquiais na Capela dos Prazeres.

 

O jornal “O Coruja”, que era publicado em Aracati nessa era, de cunho crítico e humorístico, aproveitando o ensejo, não dispensou de publicar em suas páginas, de maneira cômica, as peripécias das autoridades envolvidas nos conflitos. Numa de suas edições, divulgava a história do delegado de polícia Dr. Manoel Soares, ligado aos liberais e aos Equilibristas, que tinha rixa com o Bacharel Dr. Francisco Brandão mentor intelectual dos Caminhas e do partido Caranguejo.

 

Aproveitando a oportunidade e a ocasião que o favorecia como autoridade policial, mandou que se desse uma busca na casa do Bacharel Brandão. Como esse se recusou a abrir a porta de sua casa, o delegado Soares então mandou que se botasse a porta abaixo, a força de machadadas.

 

Terminada a diligência e retirado o policiamento, o Bacharel Brandão aos gritos denunciava que lhe tinham roubado uns dobrões (dinheiro da época), como bem diz o jornalista João Brígido:

 

O povo de Aracati, que nunca isentou das suas ironias e sarcasmos, nem soberbas, nem santidades, viu estampada nas páginas d’O Coruja que o Bacharel Brandão estava apelidado de Dr. Dobrões para o resto da vida. Igualmente o Delegado Soares também ganhou seu apelido como ficou desde então sendo chamado: Dr. Porta – Machado.



[1] Atual cidade de Jaguaruana

[2] Atual cidade de Icapui

[3] Juiz de Paz: Era eleito na mesma eleição de Vereadores. Sua função buscava a conciliação entre as partes. O equivalente atualmente a juiz de pequenas causas.

[4] No lado Sul da Rua Grande onde antigamente foi erguido o Pelourinho.

[5] Assim era chamado a cidade de Fortaleza no passado.

Avalie este item
(0 votos)
Lido 655 vezes Última modificação em Sexta, 29 Abril 2016 07:19
Antero Pereira Filho

ANTERO PEREIRA FILHO, nascido no Aracati em 30 de novembro de 1946, foi o terceiro filho do casal Antero Pereira da Silva e Maria Bezerra da Silva. Viveu sua infância em Icapui onde foi alfabetizado pela professora Dona Preta. Em 1957, ingressou no Grupo Escolar Barão de Aracati. Em 1974, casou-se com Maria do Carmo Praça Pereira e deste matrimônio nasceram os filhos Janaina Praça Pereira, Armando Pinto Praça Neto e Juliana Praça Pereira.

 

Em 1976 graduou-se em Ciências Econômicas pela URRN-RN. Atuou à frente do Instituto do Museu Jaguaribano como presidente, função que exerceu em duas diretorias (1976 1979/1982-1985). Foi secretário na gestão do prefeito Abelardo Gurgel Costa Lima Filho (1992-1996) período em que assumiu a pasta da Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Cultura.

 

A história e a memória da cidade e do povo aracatiense constituem objetos de seus estudos amplamente divulgados em crônicas e artigos publicados na imprensa local em que colabora desde 1975. Em 2005 a crônica "O Amor do Palhaço", de sua autoria, foi adaptada para o cinema em um curta metragem (15") homônimo com direção de Armando Praça Neto,

 

Obra

Assim me Contaram. (1ª Edição 1996 e 2ª Edição 2015)

Histórias de Assombração do Aracati. Publicação do autor. (1ª Edição 2006 e 2ª Edição 2016)

Ponte Presidente Juscelino Kubitschek. (2009) 

A Maçonaria em Aracati (1920-1949). (2010)

Fatos e Acontecimentos Marcantes da História do Aracati. (Inédito)

Aracati era assim (Inédito)

Notícias do Povo Aracatiense (Inédito)

 

1 Comentário

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

Agenda

Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
11
12
18
19
20
21
22
26
27
28
29
30