Água Cristalina

MEMÓRIAS: CHEIAS DE ARACATI

Escrito por Domingo, 21 Agosto 2016 08:15
Publicado em Memória

[...]  tenho lembranças mais vivas, da cheia que ocorreu no referido ano de 1924, em que o Jaguaribe invadiu a cidade de Aracati, desalojando todos os seus habitantes, que, no Carnaval passado, haviam cantado a marchinha que dizia:

 

"Vamos pro mato morar laiá

Vão marchando que eu já vou"...

 

ficando grande parte da população abrigada debaixo dos cajueiros e oiticicas, por absoluta falta de terem aonde ir, durante quase um mês.

EDUARDO DIAS: MÉDICO, POETA E TEATRÓLOGO

Escrito por Sábado, 20 Agosto 2016 19:14
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O grande médico obstetra Dr. Eduardo Alves Dias (1882-1976) [...], tinha todo o seu tempo ocupado com as atribuições de sua especialidade.

 

Por ser altamente solicitado também pela população de Jaguaruana e de Russas viu-se na contingência de dar expediente nas duas cidades, pelo menos uma vez por semana. Sua filha Maria de Lurdes Dias, formada em Farmácia, era sua auxiliar e o acompanhava em suas andanças.

Nasceu em Aracati, a 14 de setembro de 1820.

 

Foi Deputado Estadual (1850-1866) aos 22 anos, e, em 1867, assumiu como Deputado Geral (1867) por sua Província. Em 1868 foi escolhido Senador do Império.

Ruas do Aracati- Castorina Pinto

Escrito por Sexta, 12 Agosto 2016 09:26
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Castorina Pinto nasceu em Aracati, a 24 de janeiro de 1883. Com seu irmão Teófilo Pinto, administrou um hotel. Também trabalhou num bar, negociou labirintos e ingressou no funcionalismo público municipal- função que exerceu até se aposentar.

Praças de Aracati: Jardim Dr. Leite

Escrito por Domingo, 07 Agosto 2016 09:57
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A Praça Dr. Leite, primeira de Aracati, foi inaugurada no dia 24 de dezembro de 1911. A iluminação, a gás acetileno, e as duas bandas de música que comporam a programação cultural, provocaram grande êxtase e deleite nos munícipes.

As tensões sociais que giravam em torno da produção das carnes secas na vila de Santa Cruz do Aracati só aumentavam quando começavam a chegar as primeiras boiadas tangidas pelos vaqueiros e seus “cabras”. Contudo, os sucessivos crimes e contendas aconteciam por toda capitania. Os sertões eram o lugar onde a justiça régia chegava com maior dificuldade, isto é, o poder instituído pela Coroa era frágil, não encontrava respaldo em lugares onde as famílias e potentados locais lideravam os interesses econômicos e políticos. A violência marcava o cotidiano dos habitantes de vilas e povoados do Siará Grande. A constante ocorrência de assassinatos, roubos, querelas, brigas, não era apenas sentida na vila de Santa Cruz do Aracati.

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