ARACATI | HERMA DO MONSENHOR BRUNO RODRIGUES DA...
A cidade do Aracati numa homenagem sincera a seu ilustre filho, ergueu-lhe na antiga Praça dos Prazeres, que recebeu... Leia mais
ARACATI | Monumento da Praça da Independência
Comemorativo do transcurso do 1º Centenário da Independência do Brasil, se ergue ao lado do Paço Municipal1, quase no... Leia mais
ARACATI | Monumento a Dom Luiz Antônio dos Santos
Em comemoração à primeira visita deste antístite – “primeiro bispo do Ceará, foi construído, à entrada norte da Rua... Leia mais
LABIRINTO | Criatividade, habilidade e matemática
Estes são os valores que a rendeira trabalha na "grade" feito um tabuleiro de xadrez. Com maestria, e por bravura, ela... Leia mais
A pena de morte em Aracati
O ilustrado dr. Paulino Nogueira, de saudosa memória, falecido em 15 de junho de 1908, ocupou-se na Revista do... Leia mais
ARACATI| Monumento aos aviadores alemães
Monumento erigido no extremo sul da Rua Cons. Liberato Barroso (atualmente Rua Cel. Alexanzito), imediações da Praça... Leia mais
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Marciano Ponciano Virginio

Marciano Ponciano Virginio

Sou natural de Aracati-Ce, terra onde os bons ventos sopram. Na academia da vida constitui-me poeta, realizador de sonhos, encenador de máscaras. Na academia dos saberes acumulados titulei-me professor de Língua Portuguesa e especializei-me em Arte-Educação. O projeto de vida é semear a arte por onde passe: teatro, poesia, artes plásticas- frutos da experiência acumulada em anos dedicados a ser feliz. Quando me perguntam quem sou - ator, poeta, encenador, artista plástico, educador? Afirmo: - Sou poeta!

Em 2006 o “memorialista”, como prefere ser chamado, Antero Pereira Filho publicou o livro de contos intitulado “Histórias de Assombração do Aracati”.  Nesta publicação, Antero investe sobre o conto tradicional coletado entre os amigos e os reveste de situações ocorridas na histórica cidade de Aracati. Sua palavra surge em meio a um turbilhão de detalhes.

Narrar outras memórias

Domingo, 01 Dezembro 2013 15:05

A longínqua data de 1923 marca a chegada do rádio no Brasil. Segundo Lia Cabrale, em seu artigo intitulado "No tempo das radionovelas", diversas foram as interpretações sobre o papel do rádio em nosso país. A autora afirma que havia os que acreditavam na função educativa do rádio como meio para extirpar o analfabetismo e a ignorância que imperavam na sociedade brasileira do início do século XX; outros acreditavam na mídia como um negócio promissor em face do seu imenso poder de comunicação. Outros, ainda, acreditavam ser o rádio àquela época "um novo veículo de expressão".

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