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A voz de todos os aracatienses
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A Farsa do Cuviteiro: quando o teatro segue o...
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LEITURA DE IMAGEM: SEREI-A
Edson Virginio (Aracati-CE) conjuga em cores a obra Serei-a. A mensagem verbal, tal qual a imagética, revela-se... Leia mais
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Marciano Ponciano Virginio

Marciano Ponciano Virginio

Sou natural de Aracati-Ce, terra onde os bons ventos sopram. Na academia da vida constitui-me poeta, realizador de sonhos, encenador de máscaras. Na academia dos saberes acumulados titulei-me professor de Língua Portuguesa e especializei-me em Arte-Educação. O projeto de vida é semear a arte por onde passe: teatro, poesia, artes plásticas- frutos da experiência acumulada em anos dedicados a ser feliz. Quando me perguntam quem sou - ator, poeta, encenador, artista plástico, educador? Afirmo: - Sou poeta!

Em 2006 o “memorialista”, como prefere ser chamado, Antero Pereira Filho publicou o livro de contos intitulado “Histórias de Assombração do Aracati”.  Nesta publicação, Antero investe sobre o conto tradicional coletado entre os amigos e os reveste de situações ocorridas na histórica cidade de Aracati. Sua palavra surge em meio a um turbilhão de detalhes.

Narrar outras memórias

Domingo, 01 Dezembro 2013 15:05

A longínqua data de 1923 marca a chegada do rádio no Brasil. Segundo Lia Cabrale, em seu artigo intitulado "No tempo das radionovelas", diversas foram as interpretações sobre o papel do rádio em nosso país. A autora afirma que havia os que acreditavam na função educativa do rádio como meio para extirpar o analfabetismo e a ignorância que imperavam na sociedade brasileira do início do século XX; outros acreditavam na mídia como um negócio promissor em face do seu imenso poder de comunicação. Outros, ainda, acreditavam ser o rádio àquela época "um novo veículo de expressão".

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