Editor Chefe

Editor Chefe

A Associação Artístico Cultural Lua Cheia é uma entidade sem fins lucrativos. Seus projetos têm por objetivo o desenvolvimento e a promoção da cultural em geral, particularmente o teatro , a literatura, as artes plásticas e a música. Nestes segmentos busca capacitar e divulgar bens e serviços de ordem artístico-cultural.

Senhora do Rosário

Sábado, 14 Dezembro 2013 21:02

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos foi palco para a encenação da esquete teatral Senhora do Rosário encenada pelo Grupo Lua Cheia de Teatro através dos atores Manuel Lima (foto) e Silvanise Ponciano. A esquete tratou da religiosidade do povo aracatiense e suas simbologias. A nave principal, o púlpito, o coro e o altar-mor foram espaços utilizados pelos atores. Os devotos de Nossa Senhora do Rosário assistiam com fervor o ato teatral interagindo com o espetáculo. Aracati-Ce. 1999.

 

Sagrações ao Meio

Sábado, 14 Dezembro 2013 21:01

Espetáculo ceno-poético a partir da obra Sagrações ao Meio do poeta aracatiense Raimundo Leontino Filho.

O mesmo foi encenado na Rua Grande, no ano de 1994.

 

Reisado

Sábado, 14 Dezembro 2013 21:00

Em 1994, o Grupo Lua Cheia de Teatro resolvera "tirar reisado". Entendemos o quanto de teatral há nesta manifestação popular e o quanto poderíamos colaborar para que a mesma permanecesse sempre presente no calendário cultural de Aracati. Pelas ruas, de casa em casa, entoamos uma canção antiga revivida ano após ano com a força da cultura popular. Na tradição crianças, jovens e senhores passeiam pela madrugada - anônima gente coberta por lençóis. A cantiga, de porta em porta ao som de flauta, violão e percussão, vem anunciar o nascimento do Salvador. "Senhorá Dona da Casa/ Abra a porta acenda a luz/ Venha ver o Reisado em nome de Jesus". A comunidade agradece ofertando sua esmola (gêneros alimentícios, bebidas, perfumaria, dinheiro dentre uma infinidade de outras ofertas). O reisado realizado pelo Grupo Lua Cheia não se propõe a ser uma manifestação parafolclórica. Nossa base de pesquisa está na manifestação popular, seus versos, seu canto. O rito no reisado nos possibilita encontro direto com o teatro em sua essência ao passo que nos possibilita identificação direta com formas e expressões artísticas presentes em nossos folguedos.

 

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Quando Adolfo Caminha

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:59

Vamos preparar a massa/Vamos repartir o Pão. Pão! Pão! Pão! /Nessa rua de torta linha/ cantamos... Adolfo Caminha, caminha. A canção preparava a cena para apresentar o movimento Padaria Espiritual, tendo como foco a vida e a obra de Adolfo Caminha. O espetáculo, encenado no ano do centenário da morte do escritor naturalista Adolfo Caminha, contou com textos de Manuel Lima versando sobre a saga de um homem e suas crenças.

 

Por que Adolfo Caminha?

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:58

A peça é uma colagem de textos a partir de escritos dos autores Marciano Ponciano e Marcelo Costa levada à cena pelo Grupo Lua Cheia de Teatro e que apresenta para a cidade de Aracati seu filho mais notável: Adolfo Caminha. A montagem busca expor questões já existentes como a própria história do escritor e confrontá-las frente às agruras do descaso à sua memória e legado. A cena foi construída sob a ótica imagética. Imagens, ora estáticas ora em movimento, dão a impressão de o espectador estar frente a um álbum de fotografias antigas. A casa, a rua, a cidade são relações que buscam estabelecer apropriação de valores, resgate da memória deste escritor e revitalização do Centro Histórico de Aracati.

 

Os Viajantes

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:58

Peça de Maria Clara Machado, adaptada para teatro de rua pelo Grupo Lua Cheia no ano de 1992.

O espetáculo foi encenado no frontal da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos (Igreja Matriz), em Aracati como celebração do Grupo ao festejos natalinos daquele ano.

 

Os Doze Destinos de Joaquim

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:57

Uma vida e doze destinos. A peça relata de maneira cômica os dissabores do semi-árido nordestino. Joaquim, é antes de tudo um forte, que tenta a todo custo manter a sua família unida diante das adversidades da vida.

A peça, resultado de uma oficina ministrada pelo ator Marciano Ponciano, a jovens estudantes, foi produzida de forma coletiva. Um argumento cênico, conduz todo o desenrolar dos fatos, sempre ao som de música instrumental.

Os doze destinos de Joaquim entrou em cartaz no ano de 1993 no palco do Cine-Teatro Moderno, situado à Rua Grande, Aracati-Ce.

 

O Mendigo ou o Cão Morto

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:56

Luta de ideias e ideais. A luz que acende a cena permeia o tempo e faz nascer novas visões sobre a vida.

O Mendigo ou o Cão Morto, texto de Bertolt Brecht, tradução de Luiz Antônio M. Correia foi encenado no dia 24 de agosto de 2004 pelo Grupo Lua Cheia de Teatro. Rebuscamento e intensidade de impressões foram representações de elementos propostos pelo Grupo Lua Cheia nesta montagem.

“Quando tivemos acesso a esse texto, a proposta era de faze-lo para teatro de bonecos, uma das linguagens utilizadas pelo grupo. No entanto percebemos o quão grandiosa seria a cena interpretada por atores. Mas essa nossa montagem foi sendo adiada por aproximadamente seis anos. Por ocasião do 14° aniversário de fundação do Grupo Lua Cheia resolvemos que seria um ótimo momento para exercitarmos a cena brechtiniana.” Afirmou Marciano Ponciano, interprete do “Rei” no espetáculo “O Mendigo ou o Cão Morto” que também contou com a participação da atriz Silvanise Ponciano no papel de mendigo e participação especial de Aureliano Silva.

 

O Louco

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:55

"Perguntais-me como me tornei um louco? Aconteceu assim..."

 

Loucura ou sensatez. O limiar do ser. Neste poema de Gibran Khalil Gibran a atriz Silvanise Ponciano desvenda o mais longínquo da alma. Quanto de louco somos, o quão louca é nossa lucidez e o passivo olhar da sociedade frente ao panorama dos acontecimentos? Assim é O Louco. E quem não é?

 

O Conto dos Ventos

Sábado, 14 Dezembro 2013 20:54

Ruptura com o espaço cênico tradicional. O Conto dos Ventos se propõe através da apropriação da narrativa de três contos oriundos do livro "Histórias de Assombração do Aracati" de Antero Pereira, em criar o universo de suspense e mistério proposto nos contos de assombração. A casa em que nasceu o poeta Adolfo Caminha torna-se cenário dramático e emblemático para as encenações, tendo em vista a disposição de seus espaços, uma perfeita representação arquitetônica do período colonial. A peça se desenrola em três atos entremeados por um cicerone que, na persona de um acendedor de lampiões, conduz o público até o interior dos cômodos onde acontecem os atos. Sentidos aguçados. Este é um espetáculo sensorial que vai projetar histórias e lembranças de um Aracati distante do ritmo do século XXI, mais próximo do tempo humano, o tempo da vida.

 

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