Marciano Ponciano Virginio

Marciano Ponciano Virginio

Sou natural de Aracati-Ce, terra onde os bons ventos sopram. Na academia da vida constitui-me poeta, realizador de sonhos, encenador de máscaras. Na academia dos saberes acumulados titulei-me professor de Língua Portuguesa e especializei-me em Arte-Educação. O projeto de vida é semear a arte por onde passe: teatro, poesia, artes plásticas- frutos da experiência acumulada em anos dedicados a ser feliz. Quando me perguntam quem sou - ator, poeta, encenador, artista plástico, educador? Afirmo: - Sou poeta!

Há mais de três décadas realiza-se em Aracati-CE o salão de artes visuais denominado “Exposição dos Artistas Aracatienses”.

Quem são os artistas visuais aracatienses? Quantos são? O que produzem? Quem quiser obter resposta a essas indagações deve visitar a Exposição dos Artistas Aracatienses realizada anualmente pelo Instituto do Museu Jaguaribano.

Imagens em preto e branco, sobre a cidade de Aracati, deslocam a visualidade do povo aracatiense para um tempo em que era comum passear nas ruas, ainda sem pavimento, com roupas à francesa.

A voz de todos os aracatienses

Quarta, 12 Abril 2017 11:00

A nossa herança cultural é toda a gente aracatiense. Nossas histórias dizem muito sobre quem somos, e somos essencialmente um povo que se expressa pela arte. Que o digam os que chegam a essa terra e são recebidos com gentileza e acolhimento, a configurar o traço cultural dessa gente hospitaleira. Há, também, aqueles que sequer pisaram em nosso torrão natal e, mesmo assim, sabem muito de nós! Tanto que não há como apagar as linhas traçadas no diluir do tempo. Séculos de tradições culturais. 

No dia 28 (sábado), o Grupo Juká de Teatro se apresentará na cidade de Aracati. O Jaguaribe que nasce na serra da Joaninha, em Tauá, se espraia por entre sertões e em Aracati se encontra com o mar. Esse caminho é uma marca presente na historiografia cearense evidenciada em cada cidade por onde passa. Do sertão ao litoral o rio segue perfazendo a máxima “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”.

O surgimento da banda de frevo Barra de Aço, consolida o carnaval como uma expressão musical na cidade dos Bons Ventos.

Há mais de duas décadas os foliões de Aracati convivem com a fervura da Banda Chico de Janes, banda formada por músicos cearenses sobre a batuta de Marcos Bernardes. Herdeira dos carnavais de clubes, onde o frevo e as marchinhas imperavam, a banda celebra não somente a musicalidade do carnaval brasileiro como também traz a lembrança viva do brincante e folião Chico de Janes.

Às vésperas do ano novo, entrevistamos a Secretária de Cultura, Turismo e Economia Criativa da cidade de Aracati-CE, Sra. Cláudia Leitão. Ao longo do diálogo Leitão se revelou entusiasmada com a Terra dos Bons Ventos e nos falou sobre os projetos que pretende empreender junto à pasta.

LEITURA DE IMAGEM: SEREI-A

Sábado, 10 Dezembro 2016 00:00

Edson Virginio (Aracati-CE) conjuga em cores a obra Serei-a. A mensagem verbal, tal qual a imagética, revela-se revestida por jogos de sentidos. O verbo é a substância do sujeito em um jogo de espelhos e sentidos caleidoscópicos. Quem será ela, a fêmea mítica revelada em sinuosa imagem? Ela impõe-se enigmática assim como a esfinge.

Relato de Processo: Pintura corporal porFabiano Barros[1]

 

Sou aracatiense, mas resido há alguns anos em Manaus-AM. Todavia foi em Aracati-Ce que me descobri fazendo e gostando de arte. Após quinze anos em Manaus, eu tive outro encontro com a arte e de modo especial com a indígena que é culturalmente pulsante no Amazonas. Foi lá que eu comecei a desenvolver, inicialmente por curiosidade, a pesquisa com grafismos indígenas.

Situada numa das principais avenidas de Aracati-Ce, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário desponta impávida mediante a efervescência de nossos dias. A edificação é uma espécie de memória do tempo, da religião católica, remanescência das irmandades que havia em Aracati. O mais antigo registro nos traz a informação que a primeira edificação foi construída de taipa na antiga rua do piolho, atual Avenida Coronel Pompeu e nela rezavam os escravos aos domingos os seus terços até que o capitão Feliciano Gomes da Silva e sua mulher Floriana Ferreira da Silva, em 1777, fizeram doações de pedra e cal, para seu patrimônio e requereram licenças para erigir e benzer a capela com o título de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, a qual seria mantida pela irmandade de igual denominação.

Coletivo é o plural em ações, intenções e artes. No próximo dia 12 de novembro ocorrerá o I Sarau do Coletivo Central Arte. Conversamos com Vitória Sales, Ian Thalles e Demétrius Vieira, membros do Coletivo, para os quais arte é trânsito e transformação.

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