Água Cristalina
Solange Guimarães

Solange Guimarães

Biografia de Solange Guimarães
UM LABIRINTO

Solange Maria Barreto Guimarães nasceu no município de Aracati, interior do Estado do Ceará em 11/03/1972, no Hospital Santa Luíza de Marillac. Estudou no Instituto São José durante a maior parte de sua vida estudantil, tendo estudado apenas um ano em outra instituição de ensino; não aguentou e voltou para o colégio onde se sentia em casa. Fez o Magistério (3º ano Normal) lá mesmo e, futuramente, faria a Faculdade de Letras pela FVJ (Faculdade do Vale do Jaguaribe) que funcionava no local, hoje, com um campus próprio.
Filha de Antônio Carlos Silvério Guimarães e Consuelo Barreto Guimarães, ele, comerciante, ela, artista, herdou do pai o amor pela leitura e escrita, e, da mãe, os talentos artísticos.


Solange tem alguns cadernos que chama de livros, pois, apesar de gostar de escrever, nunca teve dinheiro suficiente para publicar nenhuma de suas obras, então, a saída que encontra é reescrevê-los a bico de pena, associando a arte à literatura e deixá-los em alguma biblioteca que queira adotar os seus trabalhos.
Nesse caso, Solange os faz como livros mesmo, costurados, colados e com capa dura, seguindo sua sensibilidade artística para cada obra reescrita, não repetindo em nenhum, a manufatura da anterior. Um desses livros encontra-se na Biblioteca do Liceu do Ceará. Com o pseudônimo de “Maria” o título da obra é “Combustão” – Poesias.
A poesia de Solange ora aplica-se à ternura dos “puros”, e, ora ao erotismo dos “mais que puros”, pois, é assim que ela define os que amam e não escondem a sua sexualidade. No entanto, ela jamais foge ao estilo clássico de sua forma “pura” ou “mais que pura” de se expressar. Tudo que ela escreve, tem uma linguagem lírica, até mesmo seus textos em prosa. O seu lirismo aflora até nas palavras que saem de sua boca, tendo, portanto, muita dificuldade em escrever trabalhos acadêmicos.
É funcionária da Prefeitura e, no momento, está sob o cargo de Auxiliar Administrativo na E. E. F. São Marcelino Champagnat em parceria com o Colégio Marista de Aracati, escola sobre a qual diz a si mesma em seus diários: “Encontrei-me no Instituto São José, hoje, reencontro-me no Marista, de coração.”
Entre seus trabalhos escritos estão:
1. BASE AÉREA DE FORTALEZA – Contos Memoriais de Albertina (2005) – Romance;
2. RÉSTIAS VERSIVAS (2002) – poesias;
3. UM TALENTO RECEBIDO – Revista de poesias evangélicas (sem data);
4. O PRIMOVÔO (2005) – documentário sobre sua paixão por aviões;
5. ALQUIMIA: LÁGRIMAS CONVERTIDAS EM DIAMANTES – poesias tristes (2005);
6. POEMAS ESCAPOLIDOS (2006) – poesias;
7. ESPINHOS DA CARNE (2007) – poesias;
8. SALA ÍNTIMA (2010) – crônicas;
9. UM LIVRO SÓ PARA VOCÊ (2011) – poesia;
10. MEU JARDIM SECRETO (2011) – poesia;
11. COMBUSTÃO (2011) – poesia.
Em construção encontra-se a antologia de suas poesias menos erotizadas e as erotizadas, pois ela deseja separar em obras distintas cada momento de sua vida, colocando, também, em cada obra, poesias ou desabafos de seus diários que ela olha por essa visão.
Solange, por fase, também se assume na identidade de artista plástica, atriz de teatro e bailarina. Porém, sua arma eterna é a caneta sobre o papel. Nunca levou jeito para tocar instrumentos musicais, nem para cantar, mas, isso de forma alguma a deixa frustrada ou infeliz por querer ser o que não é. Simplesmente, se ama e se admira pelos poucos talentos que Deus lhe deu, ou, ainda pelo seu “Um talento recebido” que é o de ser sensível, altamente sensível a todas as coisas. A impressão digital única dessa múltipla identidade artística de Solange Guimarães é ser, simplesmente ARTISTA.

3 MINUTOS

Sexta, 14 Dezembro 2012 20:33

3 MINUTOS

 

 

Entre às minhas pernas, amado,

Com elas lhe envolvo bem mais forte,

O tempo conspira contra nós;

Agora, entre às minhas pernas!

SEM PUDOR

Sexta, 14 Dezembro 2012 20:32

SEM PUDOR

 

És uma impressão que me inquieta toda

E deixas o meu sexo atordoado...

Teus olhos cálidos, tens grandes mãos,

Mãos firmes que mais parecem garras!

SOBREMESA

Sexta, 14 Dezembro 2012 20:32

SOBREMESA

 

 

Tempera, com tua saliva,

O meu corpo sobre a mesa,

Porque só com tempero

Se conserva e dá sabor!

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