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Adolfo Ferreira Caminha
Por Grupo Lua Cheia
02 de março de 2008
Adolfo Caminha
Adolfo Ferreira Caminha nasceu em Aracati, província do Ceará, em 29 de maio de 1867. Seus pais, Raimundo Ferreira dos Santos Caminha e D. Maria Firmina Caminha, eram primos e negociantes, e Caminha foi o primogênito de uma prole de cinco irmãos. Aos dez anos, perde a mãe, vítima da grande seca de 1877.
Biografia
Nome Literário: Adolfo Caminha. Nome Completo: Adolfo Ferreira Caminha. Pseudônimo: Félix Guanabarino. Nascimento: Aracati, CE, 29 de maio de 1867. Falecimento: Rio de Janeiro, RJ, 1º de janeiro de 1897.
Romancista, contista, poeta. Após a morte da mãe, Adolfo Caminha ficou órfão com mais cinco irmãos, e foi para a casa de parentes em Fortaleza. Seis anos depois, em 1883, mudou-se para a casa de seu tio no Rio de Janeiro, que o matriculou na antiga Escola de Marinha. Em 1886, saiu a publicação em versos de Vôos incertos. No mesmo ano, fez uma viagem de instrução aos Estados Unidos.
No dia 16 de dezembro de 1887 foi promovido a segundo-tenente e publicou Judite e Lágrimas de um crente, livros de conto. Em 1888, regressou a Fortaleza e envolveu-se em um rumoroso escândalo, ao raptar a esposa de um alferes. O Ministro da Marinha interferiu, mas inutilmente, e em 1890, muito pressionado de todos os lados, Adolfo Caminha se demitiu e, com a mulher e duas filhas, seguiu para o Rio de Janeiro, onde viveu como funcionário público.
Em 1893, lançou o romance A normalista e colaborou nos jornais Gazeta de Notícias e O País. Em 1894, publicou No país dos Ianques, fruto de sua ida, oito anos antes, aos Estados Unidos. Um ano depois, o romance Bom-Crioulo e o livro de crísticas Cartas literárias. Em 1896, ano em que fundou o semanário Nova Revista, publicou o romance Tentação. Atormentado pelas dificuldades financeiras e debilitado pela tuberculose, morreu precocemente. Deixa inacabados os romances: Ângelo e O emigrado.
Principais obras:
A Normalista (1893), Bom Crioulo (1895), A Tentação (1896) - romances
Judith (1893), Lágrimas de um Crente (1893) - contos
Vôos Incertos (1886) - poesia
Cartas Literárias (1895) - crítica
No País dos Ianques (1894) - crônica
Recital:
Convalescente. Adolfo Caminha. Vôos Incertos. Intérprete: Manuel Lima. 2005.
Canção do Marinheiro. Adolfo Caminha. Vôos Incertos. Intérprete: Bruno Brasil. 2005.
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Poeta antes de tudo
Marciano Ponciano Virginio inicia sua vivência em arte através da poesia. Foi nos versos que descobriu o espírito de artista em que se revelou. Nasceu em Aracati aos 26 dias do mês de outubro de 1973, filho de Ivanise Ponciano Virginio e Antônio Virginio Neto. Reunimos diversas datas e atividades tendo como ponto de partida o ano de 1988, ano em que organiza seu primeiro livro de poesia, em seguida apresentaremos um relato cronológico do trabalho deste artista essencialmente aracatiense. Leia mais...
BOÉ E O CORRUPIÃO... CORRUPIÃO E O BOÉ
“Vocês conhecem a história do corrupião e do boé? O boé constrói o ninho e o corrupião tanto faz, que o toma, a bicadas.
Mas acontece que não sou boé e o meu ninho está sendo construído nas altaneiras frondes das grandes árvores, onde corrupião não vai” – Ernesto Valente.
“Corrupião Valente digno e perfeito êmulo do seu xará Corrupião pássaro. Lembremos de passagem, que o fofo “ninho” que o deputado Corrupião Valente ocupa na Assembléia Estadual foi construído pelo Dr. Abelardo Costa Lima, seus amigos e correligionários da UDN aracatiense.”
A entrevista cedida pelo pesquisador e escritor Antero Pereira Filho traça o esboço de um aracatiense preocupado com a preservação e resgate dos bens culturais da cidade de Aracati. Antero nos fala sobre seus projetos e suas reflexões sobre o passado e o presente da cidade dos Bons Ventos. Leia mais...
Adolfo Ferreira Caminha
Adolfo Ferreira Caminha nasceu em Aracati, província do Ceará, em 29 de maio de 1867. Seus pais, Raimundo Ferreira dos Santos Caminha e D. Maria Firmina Caminha, eram primos e negociantes, e Caminha foi o primogênito de uma prole de cinco irmãos. Aos dez anos, perde a mãe, vítima da grande seca de 1877.
Poesia: exercício máximo da linguagem O Jornal O Mossoroense, edição do dia 1 de novembro de 2009, publicou no Caderno Universo entrevista cedida pelo poeta Leontino Filho... Leia Mais
Destaque Poetossíntese
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