Exposição de Artes Visuais revela a produção...
Há mais de três décadas realiza-se em Aracati-CE o salão de artes visuais denominado “Exposição dos Artistas... Leia mais
O olhar em preto e branco de Abílio Bezerra...
Imagens em preto e branco, sobre a cidade de Aracati, deslocam a visualidade do povo aracatiense para um tempo em que... Leia mais
ARACATI| Nações indígenas
Dentre as nações indígenas que moraram por muito tempo no território chamado Aracati, estão os baiacus, potiguares,... Leia mais
ARACATI | A presença africana
Além dos indígenas, povos africanos foram utilizados como mão de obra na economia colonial. O tráfico de africanos era... Leia mais
1923 — AVIÃO CAI NO ARACATI
Apesar de haver perdido a Primeira Guerra Mundial há pouco mais de quatro anos, a Alemanha despontava como uma das... Leia mais
ARACATI | HERMA A PE. SÁ LEITÃO
Antônio Saboia de Sá Leitão nasceu em Aracati a 21 de setembro de 1842. Foi padre e bacharel. Foi fundador, no... Leia mais
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1923 — AVIÃO CAI NO ARACATI

Publicado em História
Domingo, 20 Agosto 2017 21:16

Apesar de haver perdido a Primeira Guerra Mundial há pouco mais de quatro anos, a Alemanha despontava como uma das maiores nações fabricantes de avião do mundo. A família Junkers desenvolveu um modelo de avião que, na época, era um sucesso em segurança, economia e autonomia de voo.

ARACATI| Monumento aos aviadores alemães

Publicado em Memória
Segunda, 07 Agosto 2017 11:34

Monumento erigido no extremo sul da Rua Cons. Liberato Barroso (atualmente Rua Cel. Alexanzito), imediações da Praça Cruz das Almas, Aracati, em homenagem aos aviadores alemães falecidos no desastre do Junkers D-218, a 25 de junho de 1923. Na bela coluna de mármore de três metros e meio de altura, liam-se estes dizeres: "a memória dos aviadores alemães que morreram aqui no vôo Cuba-Rio de Janeiro, WERNER JUNKERS, HERMANN MUELLER e WILLY THILL".

ARACATI | Primeiro Desastre de Aviação no Ceará

Publicado em História
Domingo, 14 Fevereiro 2016 12:10

Fortaleza estava como em dia de grande festa. Milhares de pessoas enchiam as ruas da cidade, com o olhar perscrutando o infinito, naquela luminosa manhã de junho. Ninguém queria perder o espetáculo.

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