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aracaty

Publicado em Caderno de Teatro
Domingo, 15 Dezembro 2013 09:54

Há quem diga que toda letra é insuficiente para traduzir o sentimento de pertença a um lugar. Por isso mesmo é que Aracati é mais uma vez o tema que principia o lançamento de mais uma coleção do selo editorial TERRA ARACATIENSE. Trata-se da coleção Cadernos de Teatro que traz em seu primeiro volume a peça “aracaty” de autoria do poeta e dramaturgo Marciano Ponciano. 
O autor nos apresenta uma obra que traz em seu cerne elementos constitutivos da história do povo aracatiense.

Longe de ser uma dramaturgia histórica, “aracaty” é antes de tudo uma licença poética sobre o massacre cultural e extermínio dos povos indígenas que resistiram ao projeto de colonização português.

As falas versam sobre a paisagem local, com destaque para o rio Jaguaribe, personificado na figura de um jaguar, sobre o vento que dá nome a cidade e a lenda do Morro Encantado, originária do Cumbe.

Assim como as demais coleções (Cadernos de Literatura Poetossíntese e Cadernos de História), nesta também há um tema norteador, neste caso a cena dramática aracatiense para a qual a Coleção Cadernos de Teatro abre as cortinas.

Zezinho

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:06

Quando tudo parece sem sentido encontramos algo que nos dá um impulso . Mas quando o achar remete a situações embaraçosas? Nas suas andanças Zezinho encontra uma mala que tenta a todo custo dominar sem saber que se trata de uma mala mágica perdida, ou diríamos foragida, de seu dono. Ao descobrir o mistério Zezinho percebe que há uma boa recompensa para quem achar a dita mala. Neste ponto os dois irão travar um grande desafio... O que tiver achado estará perdido? Achado ou perdido?

 

Os bonecos são animados através da técnica "bunraku" (manipulação direta).

 

Terra do Já Teve

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:06

Expressão cotidiana, falada na feira, nas ruas, praças, velórios, festas, pelos cantos e recantos da cidade Aracati. Palavra que choca e descortina um passado de histórias adormecidas povoando existência e inexistência.

Palavra que traduz opressão.

Pro senhor da feira, pro bêbado na rua, dos velhinhos na praça, das senhoras chorando seus defuntos, da juventude... Cantos, desencantos: Terra do Já Teve.

O referido espetáculo fora montado a partir das vivências dos atores Marciano Ponciano e Erivando Braga com a dinâmica da rua. Naquela época, 1992, os espaços de teatro na cidade de Aracati, fecharam diálogo com os artistas da cidade em decorrência de uma ação inconsequente de um grupo de atores que trouxeram para a cidade de Aracati um teatro pornô. A crítica e a censura a produção teatral local viria a galope. Era necessário continuar a fazer teatro. Sem a caixa cênica o Grupo Lua Cheia ganhou as ruas no ano de 1992, para estrear a peça Terra do Já Teve. Foram dias difíceis e de grandes descobertas.

 

Tente, Invente, Venha Sorrir com a Gente

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:04

Humor lancinante, e jocoso. O espetáculo constituía uma espécie de vitrine em que fatos comuns ao cotidiano aracatiense eram relatados sempre satirizando os poderosos e políticos da cidade. O tempo do espetáculo é o do pós campanha política de 1992.

Cú-de-Cana, um bêbado que mora nas ruas da cidade é uma espécie de arauto e coringa do espetáculo. Ora apresentando ou interferindo nas cenas que vão se apresentando.

Tente, Invente, Venha Sorrir com a Gente foi encenado no auditório do Instituto São José no ano de 1992.

 

Show de Calouros do Beiçudo

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:03

Beiçudo é o âncora de um programa de calouros que conta com diversas participações. Sua partner Beiçola, é responsável pela produção e apresentação de produtos e comerciais bem como da criação da maioria dos problemas. Os calouros: Dona Sisí, Velho Batainha, Palhaço Caiporinha são as estrelas do show.

Muita trapalhada e diversão são a tônica do Show de Calouros do Beiçudo. O espetáculo, de teatro de bonecos de vara, constitui a segunda montagem do Grupo Lua Cheia de Teatro utilizando esta linguagem. O mesmo entrou em cartaz no ano de 1995 e seguiu temporada sendo o mesmo apresentado no Bairro de Fátima, Canoa Quebrada e na sede do município de Aracati.

 

Senhora do Rosário

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:02

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos foi palco para a encenação da esquete teatral Senhora do Rosário encenada pelo Grupo Lua Cheia de Teatro através dos atores Manuel Lima (foto) e Silvanise Ponciano. A esquete tratou da religiosidade do povo aracatiense e suas simbologias. A nave principal, o púlpito, o coro e o altar-mor foram espaços utilizados pelos atores. Os devotos de Nossa Senhora do Rosário assistiam com fervor o ato teatral interagindo com o espetáculo. Aracati-Ce. 1999.

 

Sagrações ao Meio

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:01

Espetáculo ceno-poético a partir da obra Sagrações ao Meio do poeta aracatiense Raimundo Leontino Filho.

O mesmo foi encenado na Rua Grande, no ano de 1994.

 

Reisado

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 21:00

Em 1994, o Grupo Lua Cheia de Teatro resolvera "tirar reisado". Entendemos o quanto de teatral há nesta manifestação popular e o quanto poderíamos colaborar para que a mesma permanecesse sempre presente no calendário cultural de Aracati. Pelas ruas, de casa em casa, entoamos uma canção antiga revivida ano após ano com a força da cultura popular. Na tradição crianças, jovens e senhores passeiam pela madrugada - anônima gente coberta por lençóis. A cantiga, de porta em porta ao som de flauta, violão e percussão, vem anunciar o nascimento do Salvador. "Senhorá Dona da Casa/ Abra a porta acenda a luz/ Venha ver o Reisado em nome de Jesus". A comunidade agradece ofertando sua esmola (gêneros alimentícios, bebidas, perfumaria, dinheiro dentre uma infinidade de outras ofertas). O reisado realizado pelo Grupo Lua Cheia não se propõe a ser uma manifestação parafolclórica. Nossa base de pesquisa está na manifestação popular, seus versos, seu canto. O rito no reisado nos possibilita encontro direto com o teatro em sua essência ao passo que nos possibilita identificação direta com formas e expressões artísticas presentes em nossos folguedos.

 

Quando Adolfo Caminha

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:59

Vamos preparar a massa/Vamos repartir o Pão. Pão! Pão! Pão! /Nessa rua de torta linha/ cantamos... Adolfo Caminha, caminha. A canção preparava a cena para apresentar o movimento Padaria Espiritual, tendo como foco a vida e a obra de Adolfo Caminha. O espetáculo, encenado no ano do centenário da morte do escritor naturalista Adolfo Caminha, contou com textos de Manuel Lima versando sobre a saga de um homem e suas crenças.

 

Por que Adolfo Caminha?

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:58

A peça é uma colagem de textos a partir de escritos dos autores Marciano Ponciano e Marcelo Costa levada à cena pelo Grupo Lua Cheia de Teatro e que apresenta para a cidade de Aracati seu filho mais notável: Adolfo Caminha. A montagem busca expor questões já existentes como a própria história do escritor e confrontá-las frente às agruras do descaso à sua memória e legado. A cena foi construída sob a ótica imagética. Imagens, ora estáticas ora em movimento, dão a impressão de o espectador estar frente a um álbum de fotografias antigas. A casa, a rua, a cidade são relações que buscam estabelecer apropriação de valores, resgate da memória deste escritor e revitalização do Centro Histórico de Aracati.

 

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