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Os Viajantes

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:58

Peça de Maria Clara Machado, adaptada para teatro de rua pelo Grupo Lua Cheia no ano de 1992.

O espetáculo foi encenado no frontal da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos (Igreja Matriz), em Aracati como celebração do Grupo ao festejos natalinos daquele ano.

 

Os Doze Destinos de Joaquim

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:57

Uma vida e doze destinos. A peça relata de maneira cômica os dissabores do semi-árido nordestino. Joaquim, é antes de tudo um forte, que tenta a todo custo manter a sua família unida diante das adversidades da vida.

A peça, resultado de uma oficina ministrada pelo ator Marciano Ponciano, a jovens estudantes, foi produzida de forma coletiva. Um argumento cênico, conduz todo o desenrolar dos fatos, sempre ao som de música instrumental.

Os doze destinos de Joaquim entrou em cartaz no ano de 1993 no palco do Cine-Teatro Moderno, situado à Rua Grande, Aracati-Ce.

 

O Mendigo ou o Cão Morto

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:56

Luta de ideias e ideais. A luz que acende a cena permeia o tempo e faz nascer novas visões sobre a vida.

O Mendigo ou o Cão Morto, texto de Bertolt Brecht, tradução de Luiz Antônio M. Correia foi encenado no dia 24 de agosto de 2004 pelo Grupo Lua Cheia de Teatro. Rebuscamento e intensidade de impressões foram representações de elementos propostos pelo Grupo Lua Cheia nesta montagem.

“Quando tivemos acesso a esse texto, a proposta era de faze-lo para teatro de bonecos, uma das linguagens utilizadas pelo grupo. No entanto percebemos o quão grandiosa seria a cena interpretada por atores. Mas essa nossa montagem foi sendo adiada por aproximadamente seis anos. Por ocasião do 14° aniversário de fundação do Grupo Lua Cheia resolvemos que seria um ótimo momento para exercitarmos a cena brechtiniana.” Afirmou Marciano Ponciano, interprete do “Rei” no espetáculo “O Mendigo ou o Cão Morto” que também contou com a participação da atriz Silvanise Ponciano no papel de mendigo e participação especial de Aureliano Silva.

 

O Louco

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:55

"Perguntais-me como me tornei um louco? Aconteceu assim..."

 

Loucura ou sensatez. O limiar do ser. Neste poema de Gibran Khalil Gibran a atriz Silvanise Ponciano desvenda o mais longínquo da alma. Quanto de louco somos, o quão louca é nossa lucidez e o passivo olhar da sociedade frente ao panorama dos acontecimentos? Assim é O Louco. E quem não é?

 

O Conto dos Ventos

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:54

Ruptura com o espaço cênico tradicional. O Conto dos Ventos se propõe através da apropriação da narrativa de três contos oriundos do livro "Histórias de Assombração do Aracati" de Antero Pereira, em criar o universo de suspense e mistério proposto nos contos de assombração. A casa em que nasceu o poeta Adolfo Caminha torna-se cenário dramático e emblemático para as encenações, tendo em vista a disposição de seus espaços, uma perfeita representação arquitetônica do período colonial. A peça se desenrola em três atos entremeados por um cicerone que, na persona de um acendedor de lampiões, conduz o público até o interior dos cômodos onde acontecem os atos. Sentidos aguçados. Este é um espetáculo sensorial que vai projetar histórias e lembranças de um Aracati distante do ritmo do século XXI, mais próximo do tempo humano, o tempo da vida.

 

O Boi e o Burro no Caminho de Belém

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:54

A peça, de autoria da saudosa Maria Clara Machado, constitui uma farsa-mistério de natal em que são protagonistas um boi e um burro. Toda a trama tem início sob as suspeitas de um boi e um burro, tradicionais personagens do presépio, de que ali, no estábulo algo de muito importante está por acontecer. A partir de então diversas situações irão se desenrolar até o nascimento do menino Jesus.

O Boi e Burro no Caminho de Belém, constitui repertório do Grupo Lua Cheia desde 1994. Havendo participado em programações no Teatro José de Alencar e na I Mostra Cariri Sesc de Teatro.

O espetáculo constitui a primeira experiência em teatro de bonecos de vara na história do teatro aracatiense. Os bonecos, 14 ao todo, foram confeccionados em papel machê numa parceria entre Grupo Lua Cheia e o artista plástico Hélio Santos. Os cenários do espetáculo são de Edson Virginio e Marciano Ponciano. Direção e adaptação de Marciano Ponciano.

Em toda sua trajetória o espetáculo foi levado a cena em oito temporadas de 1994 a 2004.

 

Auto de Leidiana

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:53

Faustino ama Leidiana que ama Nicanor, um beato "curado contra as artes do amor".

O Demônio e Nosso Senhor entram na história para resolver as trapalhadas ocasionadas pelo triângulo amoroso. Poder, sedução e muita alegria nessa peça teatral de José Mapurunga, encenada pelo Grupo Lua Cheia de Teatro de Aracati no ano de 1999.

O Auto de Leidiana, antes de tudo, é uma festa, de sons e cores fundindo o sacro e o profano.

Tudo o que se vê e ouve tem relação com nossas origens nordestinas.

Um auto-astúcia, um auto da Mulher. O Auto de Leidiana.

 

Auto da Camisinha

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:52

"Sete cenas: Um número místico para revelar a iniciação amorosa sexual de Benedito e Lionor nos tempos de Aids. O bom estilo dos velhos autos e folguedos se manifesta no uso da redondilha (versos de sete sílabas de forte apelo popular) e clara evidência de dois planos que se entrelaçam através de Benedito: o plano terreno e o plano espiritual. No plano terreno, além de Benedito, temos alguns tipos que representam não individualidades, mas grupos de pessoas: o rapaz ingênuo (Benedito), a mocinha esperta e decidida (Lionor), a balzaquiana fogosa (Sinhá Costureira), o velho solitário e desbocado (Padrinho). No plano espiritual, a antiga dualidade entre o bem e o mal, representada na peça pelo Diabo e pelo Anjo da Guarda, entidades internas do próprio Benedito, que acabam guiando a estória."*

De 1997 até os dias atuais, muitas rodas foram feitas para assistir o teatro de rua do Grupo Lua Cheia. A peça O Auto da Camisinha de autoria de José Mapurunga, constitui um divisor de águas na história do Grupo Lua Cheia. Através deste espetáculo foi possível dar visibilidade ao trabalho de ator, desenvolvido pelo citado grupo, em grande parte do Ceará e em outras paragens pelo Brasil afora.

O engajamento do Grupo na luta contra a epidemia de Aids é uma constante a cada encenação.

 

Memórias de Um Poeta Vivo

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:51

"De quantas saudades é feito o homem? De tantas quanto a vista captura. De tantas quanto o desejo morde. De tantas quanto a dúvida decifra. De tantas quanto o calendário rebenta. De tantas quanto a dor soçobra. De tantas quanto a escrita exibe. De que saudade é mesmo feito o homem?"

R. Leontino

Memórias de Um Poeta Vivo é o inventário das lembranças. É a alcova do poeta, suas fotografias, a cama desarrumada, o papel pelo chão, a poesia.

O Grupo Lua Cheia visita, neste espetáculo, a obra de Raimundo Herculano de Moura seu pensamento, sua solidão, suas saudades. E os desnuda para o olhar atento da platéia.

O espetáculo, resultado do trabalho de pesquisa do grupo acerca da vida e obra do poeta, teve seu princípio no ano 2000. O mesmo fora apresentado, inicialmente, na sacada do Instituto do Museu Jaguaribano e Rua Grande, em Aracati-Ce.

 

Guerra do Ouro Preto

Publicado em Espetáculos
Sábado, 14 Dezembro 2013 20:51

Uma relação de conflitos. De luta por poder e dominação. De um lado Jorge Bucho, do outro Samana Hussein lutam incessantemente pela posse do Kueit (um barril de petróleo aprisionado pelo tornozelo por uma corrente).

As malfadadas tentativas de Jorge Bucho de conseguir ludibriar Samana Hussein irá desencadear na Guerra do Ouro Preto.

Esta foi a segunda peça encenada pelo Grupo Lua Cheia. Utilizando-se da pantomima, os atores vão vivenciando a eterna luta pelo poder no Golfo Pérsico e seus desdobramento sobre os inocentes. Tudo isso com muito humor.

Sua estréia se deu no palco do Cine Teatro Moderno no ano de 1991.

 

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