Autores

Nesta página você encontra a edição digital de Poetossíntese. Entre 1991 e 2004, o jornal circulou em versão impressa, além de explorar outros formatos, como registros fotográficos de caráter postal e intervenções em pintura mural. A publicação online reúne parte dos poetas que integraram o projeto em sua primeira fase, somando autores que participam exclusivamente desta versão digital, ampliando o alcance e a vitalidade dessa iniciativa editorial.

Editor Chefe
Criado em 1990, o Grupo Lua Cheia de Teatro tem como foco o estudo e o desenvolvimento da linguagem teatral, sempre em diálogo com a memória, a história e a cultura de Aracati.
Adolfo Caminha
ADOLFO Ferreira CAMINHA- Nasceu em Aracati, no dia 29 de maio de 1867, falecendo no Rio de Janeiro, em 1º de janeiro de 1897. Chegou a oficial da Marinha, abandonando a farda devido a um escândalo em que se envolveu, tornando-o malvisto na pequena Fortaleza de então. Ingressa no serviço público civil, transferindo-se para o Rio, depois de ter tomado parte na fundação da Padaria Espiritual [...]. Estreou com um livro de poemas, Voos lncertos (1886) e um de novelas, Judite e Lágrimas de um Crente (1887). Publicou depois o principal de sua obra, os romances A Normalista (1893) e Bom-Crioulo (1895). Entre um e outro lançou um livro de viagem, No País dos Ianques (1894). Seus derradeiros trabalhos foram Cartas Literárias (1895) , de crítica, e o romance Tentação (1896).
Antero Pereira Filho
ANTERO PEREIRA FILHO, nasceu em Aracati-CE em 30 de novembro de 1946. Terceiro filho do casal Antero Pereira da Silva e Maria Bezerra da Silva, Antero cresceu na Terra dos Bons Ventos, onde foi alfabetizado pela professora Dona Preta, uma querida amiga da família. Estudou no Grupo Escolar Barão de Aracati até 1957 e, a partir de 1958, no Colégio Marista de Aracati, onde concluiu o Curso Ginasial. Em 1974, Antero casou-se com Maria do Carmo Praça Pereira e juntos tiveram três filhos: Janaina Praça Pereira, Armando Pinto Praça Neto e Juliana Praça Pereira. Graduou-se em Ciências Econômicas pela URRN-RN em 1976 e desde então tem se destacado em sua carreira profissional. Antero atuou como presidente do Instituto do Museu Jaguaribano em duas gestões (1976-1979/1982-1985) e foi secretário na gestão do prefeito Abelardo Gurgel Costa Lima Filho (1992-1996), responsável pela Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Cultura. Além de sua carreira profissional, Antero é conhecido por seus estudos sobre a história e a memória da cidade e do povo aracatiense, amplamente divulgados em crônicas e artigos publicados na imprensa local desde 1975. Em 2005, sua crônica "O Amor do Palhaço" foi adaptada para o cinema em um curta-metragem (15") com direção de seu filho, Armando Praça Neto. Obra Assim me Contaram. (1ª Edição 1996 e 2ª Edição 2015) Histórias de Assombração do Aracati. Publicação do autor. (1ª Edição 2006 e 2ª Edição 2016) Ponte Presidente Juscelino Kubitschek. (2009) A Maçonaria em Aracati (1920-1949). (2010) Aracati era assim... (2024) Relíquias de uma campanha (2024) Aracaty: 1862, cólera-morbo (2025) Fatos e Acontecimentos Marcantes da História do Aracati. (Inédito) Notícias do Povo Aracatiense (Inédito)
Antônio da Rocha Guimarães
ANTÔNIO DA ROCHA GUIMARÃES constrói uma escrita marcada por memória, religiosidade e forte vínculo com Aracati, transformando vivências coletivas em narrativa sensível. Sua voz combina simplicidade, rigor moral e imaginação afetiva, revelando um cronista-poeta que preserva a história local enquanto celebra resistência e humanidade. Publicou: "Memórias de Antônio da Rocha Guimarães". ZN- Papelaria e Gráfica Ltda. Rio de Janeiro-RJ.1987.
Antônio Monteiro
ANTÔNIO FIGUEIREDO MONTEIRO (1909–1988), escritor e jornalista aracatiense, destacou-se pela atuação precoce na imprensa e pela vasta colaboração em jornais e revistas do Ceará e do país. Pesquisador dedicado da história e cultura de Aracati, produziu estudos, artigos e programas radiofônicos que fortaleceram a memória regional, tornando-se referência intelectual local.
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Sobre Nós

Desde 2001, o site do Grupo Lua Cheia se afirma como um espaço essencial de promoção e difusão da arte, da cultura e da memória de Aracati‑CE, contribuindo para enriquecer o cenário cultural da cidade e fortalecer sua identidade histórica e simbólica.